E lá fui eu. De galochas, luvas, gorro, camisolas, casacos, meias de lã, polares e de manta até ao Alentejo. E no campo faz tanto frio. Um frio diferente que gela os ossos e que custa a passar. Cheguei a Lisboa e parece que o trouxe comigo. Trouxe também novos números de telefone, novos requests do facebook, novas histórias para contar. Três dias, duas noites. Tempo bem passado.
domingo, 29 de novembro de 2009
Lá fora faz tanto frio
E lá fui eu. De galochas, luvas, gorro, camisolas, casacos, meias de lã, polares e de manta até ao Alentejo. E no campo faz tanto frio. Um frio diferente que gela os ossos e que custa a passar. Cheguei a Lisboa e parece que o trouxe comigo. Trouxe também novos números de telefone, novos requests do facebook, novas histórias para contar. Três dias, duas noites. Tempo bem passado.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
A última vez
Há nove meses que nos andávamos a preparar. Diziamos que era o último pequeno almoço sem biberãos em cima da mesa, as últimas compras sem birras, nem carrinhos de bebés, a ida ao cabeleireiro sem a preocupação da tinta fazer efeito antes da hora da mamada. Era a última vez.
Aproveitámos bem. Nós as três. Rimos juntas, chorámos, aprendemos, crescemos. Namorámos, casámos e até nos separámos. As zangas, as brincadeiras, as gargalhadas. As viagens, as bebedeiras, as perseguições aos carros do lixo. Dançámos. Ficámos mulheres.
Agora, temos o Rodrigo, a Camila e a Joana. Nada será igual, é verdade. É bem melhor! As conversas são interrompidas por causa de fraldas sujas ou de arrotos, é verdade, mas eles estão em primeiro lugar. E não é assim tão chato. Ai, já arrotou, que alívio. Que alegria. Fazemos agora uma festa pela grama que o Rodrigo engordou, porque a Joana já não tem cólicas e pelas duas horas de sono que a Camila dorme seguidas.
Sou uma madrinha e uma tia feliz. E elas continuam a ser as minhas manas de coração, Aqueles a quem ligo a qualquer hora para contar as minhas histórias e só elas entendem. E só elas se zangam quando assim tem de ser e só elas se riem porque é mesmo caso para isso. E só elas me chamam à terra quando ando na lua. E só elas se preocupam. E só elas se excitam com as minhas aventuras. E só elas sabem que eu não sou nada do género de escrever posts assim. Apeteceu-me. E elas sabem o motivo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)