terça-feira, 13 de maio de 2008

E pronto. É o fim da viagem. Muita coisa ficou por contar, desde aviões à espera enquanto via as modinhas na esplanada de Vilanculos, do amigo Xavier que fiz no aeroporto de Maputo e amanhã vou surpreender com uma bola de futebol, os sorrisos das criancas de Vinho, os bons dias desta gente, o quarto com pulgas e mais alguma bicharada não identificada na Beira, a dança tribal na Suazilândia, o concerto no bar-café Gil Vicente, o Joaquim, taxista que me levou a conhecer as zonas problemáticas de Maputo (sim, putas!) e o maior mercado da cidade, Xipamanine, onde a D. Olívia ensinou a pentear a carapinha que comprei, o inesquecível pôr-do-sol na Gorongosa e em Bazaruto, a porta do comandante do pequeno avião que me levou de Vilanculos para Maputo teimava em não fechar durante o voo, a massagem no SPA, as distraccões da Daniela, o aperto no coracão que senti depois de andarmos pelo jardim na avenida Samora Machel e contarem que não há quem escape a um assalto (nós escapámos, calma mãe...), as ratazanas que vi no restaurante da Feira Popular onde jantei um belo puré de caju e caril de gambas acompanhado do arroz de côco. E claro não podia faltar uma mise à moçambicana no cabeleireiro Cupido (pela força da escova, suspeito que tenha sido a primeira branca que a cabeleireira penteou... Xiii)

Prometo contar mais quando regressar.

1 comentário:

neza disse...

querida Tê, mesmo sem o c de cedilha, mesmo que a pontuação não esteja 100%(palavras tuas), a emoção que colocas na palavras é tanta que imaginamos fácilmente as tuas "expressões" as risadas nervosas, as gargalhadas, tudo...,adoro ler-te, continua minha jornalista preferida, ah!só me falta acrecestar, que até no humor creceste. beijinhos, inês